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Quinta-feira, 14 de Abril de 2016

Tribunal da Relação mantém juíza do caso Bárbara e Carrilho.

 

Uma decisão ponderada e uma clara resposta às pressões inadmissíveis feitas na comunicação social por alguns juristas com motivações curiosas.

 

"Cerca de dois meses depois do pedido de recusa da juíza que está a julgar o ex-ministro Manuel Maria Carrilho pelo crime de violência doméstica, o Tribunal da Relação de Lisboa decidiu. A magistrada Joana Ferrer Antunes mantém-se no processo que se encontra em julgamento na Secção Criminal Local de Lisboa.

A decisão foi tomada pela 9ª secção do Tribunal da Relação de Lisboa. Nas mãos, os juízes tinham três pedidos: um do Ministério Público e outro do advogado da apresentadora Bárbara Guimarães a pôr em causa a”imparcialidade” da magistrada durante o julgamento de Manuel Maria Carrilho por violência doméstica. E, ainda, um terceiro pedido de escusa assinado pela própria juíza Joana Ferrer Antunes, depois de vários meios de comunicação social terem reproduzido as considerações que teceu durante a única audiência do julgamento."

 

Vêr notícia completa em Observador.

 

 

publicado por Pedro Miguel Branco às 17:23
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