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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015

A crise do Citius de 2014 e a justiça expresso de 2015.

 

Após a ridícula e evitável novela do colapso do Citius, vamos tendo alguns episódios da mesma que, no caso deste escritório (e de muitos outros um pouco por todo o país), se tem concretizado nos meses de Janeiro e de Fevereiro em dezenas e dezenas de notificações e de citações dos tribunais portugueses, ao estilo de despejo, tentando assim, num curto espaço de tempo, colmatar as falhas e atrasos de 2014.

 

Nada a apontar na óptica dos responsáveis governamentais, que deverão nesta altura "estar nas nuvens" com tal zelo dos magistrados.

 

Na ópticas dos cidadãos que recorreram aos tribunais, poderemos começar já a construir um muro das lamentações com milhares e milhares de queixas de justiça rápida, impessoal, injusta e ilógica.

 

Os pequenos e médios escritórios de Advogados estão agora à beira da ruptura, perante um tão incomparável número de decisões dos tribunais portugueses que, literalmente, entopem as suas caixas de correio (tradicionais e electrónicas).

 

DAS DUAS UMA UMA:

OU A JUSTIÇA TORNOU-SE MAIS RÁPIDA E EFICAZ DESDE AGOSTO DE 2014;

OU TEMOS AGORA AINDA UMA PIOR JUSTIÇA, COM PIORES DECISÕES E COM MILHARES DE PESSOAS INJUSTIÇADAS E COM VONTADE DE FAZER JUSTIÇA "À MODA DE FAFE".

 

 

publicado por Pedro Miguel Branco às 21:47
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